Restauração de obras de arte, arte sacra e patrimônio histórico
Técnica com sensibilidade. Conhecimento com prova.
Cada suporte envelhece de um jeito e pede um critério próprio. O princípio é o mesmo em todos: intervir o mínimo necessário, com materiais compatíveis e, sempre que possível, reversíveis.

FAZENDAS HISTÓRICAS
Casarões, capelas rurais e ambientes de valor histórico. Leitura arquitetônica, projeto de restauro e acompanhamento da obra, com responsabilidade técnica assinada.

PINTURAS E QUADROS
Óleo, acrílica, têmpera, guache, aquarela e pastel, em tela, madeira ou papel. Limpeza, remoção de verniz oxidado, consolidação, reentelagem e reintegração cromática.

IGREJAS E ARTE SACRA
Retábulos, forros, talha dourada, pintura mural e imaginária sacra. O edifício e a obra diagnosticados juntos, porque um não se conserva sem o outro.

ESCULTURAS
Madeira policromada, pedra, mármore, bronze e metais. Estabilização, limpeza de superfície e recomposição de lacunas, sem apagar a pátina que é testemunho.
Por onde as pessoas chegam até aqui
Talvez você esteja diante de uma destas situações
Cada obra chega com uma pergunta. Antes de qualquer orçamento, a primeira coisa que fazemos é entender qual é a sua.
Herdei uma pintura e não sei o estado dela.
Escureceu, a tela ondulou, apareceram manchas. Antes de limpar ou guardar, vale uma leitura: algumas intervenções caseiras não têm volta.
Restauro de pinturas →A imagem da igreja está perdendo a pintura e o douramento.
Repintar não é restaurar. A diferença decide se a imagem mantém ou perde o que a comunidade reconhece nela.
Restauro de arte sacra →A igreja ou a capela precisa de restauro.
Forros, retábulos, pintura mural e fachada pedem leitura do lugar, projeto e autorização dos órgãos de patrimônio. Um arquiteto à frente resolve as três coisas.
Igrejas restauradas →Temos uma fazenda histórica para restaurar.
Casarão, capela, tulha e terreiro contam a história de uma família e de uma região. Restaurar é devolver uso ao lugar sem apagar essa memória.
Fazendas restauradas →Antes, depois — e o critério entre os dois
Uma imagem de antes e depois mostra o resultado. O caso mostra a decisão.
Ver todos os projetos
antesdepoisCristo crucificado em madeira policromada
Igreja Matriz de Ubatuba, SP

antesdepoisRetrato de Dom José Maurício da Rocha
Diocese de Bragança Paulista, SP

antesdepoisCapela particular
Projeto e reforma de igreja

antesdepoisMarinha pintada a óleo
Colecionador particular, São Paulo

antesdepoisVirgem com o Menino, óleo sobre tela
Coleção particular, São Paulo

antesdepoisPintura cusquenha da Sagrada Família
Coleção particular, Campinas, SP
UMA OBRA NUNCA ESTÁ SOZINHA. ELA ESTÁ NUM LUGAR.
Umidade na parede, luz da janela, a estrutura que sustenta o retábulo: boa parte dos danos começa fora da obra. Com um arquiteto à frente, obra e edifício são lidos juntos — e a responsabilidade técnica é assinada no CAU.
Método
O restauro começa no olhar
O tempo escreve sobre a superfície. Antes de intervir, é preciso saber ler. Por isso todo trabalho segue as mesmas cinco etapas, e você recebe o registro de cada uma.
01
Diagnóstico
Ler antes de tocar
Materiais, danos, intervenções anteriores e o ambiente onde a obra vive.
02
Decisão
Definir o critério
O que será feito, o que não será, e por quê. Por escrito, antes de começar.
03
Processo
Intervir o mínimo
Materiais compatíveis e reversíveis sempre que possível, com testes prévios.
04
Resultado
Devolver a leitura
Estabilidade e legibilidade, sem falsificar o que o tempo escreveu.
05
Cuidado
Pensar além da entrega
Dossiê final e orientação de conservação para os próximos anos.
“Às vezes, a melhor intervenção é não intervir.”
Em todo estudo de caso, registramos também o que decidimos não fazer.
TRABALHOS REALIZADOS
Cada trabalho começa por um diagnóstico e termina com o registro do que foi feito e do que foi preservado. Navegue por categoria.
Veja Mais Trabalhos Realizados

Quem conduz o ateliê
Clayton Caner
Arquiteto restaurador e artista plástico, fundador da CANERSTUDIO. Há mais de duas décadas une diagnóstico técnico, prática artística e documentação para preservar pinturas, esculturas, arte sacra e espaços históricos com critério.
Preservar a memória. Criar com consciência. Ensinar a ver.
Conhecer a trajetóriaO primeiro passo
Comece por uma leitura preliminar, a partir de fotos
Você não precisa saber o que a obra tem. Precisa só mostrar o que está vendo.
1. Envie fotos
Da frente, do verso e dos detalhes que preocupam.
2. Receba a leitura
Uma avaliação por escrito: o que se sabe, o que é hipótese e o que pede exame presencial.
3. Decida com calma
Diagnóstico completo e orçamento vêm depois, só se fizer sentido para você.
A leitura preliminar não é laudo de autenticidade nem avaliação de valor de mercado.



































